Essa distribuição é resultado de três camadas combinadas:
1️⃣ Track record real das operações atuais
Utilizamos dados consolidados das unidades já operadas — ocupação, ADR, sazonalidade, perfil de hóspede, elasticidade de preço e comportamento de demanda. Isso nos deu a base prática do modelo.
2️⃣ Modelagem e benchmark de mercado
Cruzamos esses dados com referências externas (AirDNA, mercado hoteleiro urbano, concorrentes como Housi/Charlie/Ibis e comportamento de STR em corredores comerciais). Isso permitiu validar que o padrão não é um outlier operacional, mas replicável dentro de determinados parâmetros de localização e tipologia de imóvel.
3️⃣ Engenharia estrutural aplicada à área construída (Sweet Spot físico do modelo)
Partimos da área construída total do imóvel alvo e aplicamos parâmetros técnicos claros: estúdios com até 25 m², coworking ideal de aproximadamente 25 m² e áreas de circulação cobertas adicionando entre 5 e 10 m² conforme a configuração. A partir disso, definimos que o equilíbrio ideal entre eficiência operacional e rentabilidade ocorre quando as áreas comuns representam entre 10% e 15% da área construída total. Esse intervalo permite maximizar densidade de estúdios sem comprometer experiência, fluxo e operação — chegando ao sweet spot físico do modelo StudioHaus.









